20 idéias para manter sua coleção de jogos de tabuleiro sob controle (parte 1)

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Com o aumento da oferta de jogos de tabuleiro no mercado nacional existe uma grande chance da sua coleção crescer dia após dia. E depois de um tempo você começa a refletir se sua coleção não está grande demais, se você está aproveitando-a da maneira que deveria. Um usuário do Board Game Geek montou uma lista bem interessante com algumas recomendações para manter sua coleção em ordem.

Lembrando que são apenas idéias que nem sempre se aplicam a todo mundo, mas de maneira geral são interessantes para quem quer organizar a casa.

Confira abaixo a primeira parte das idéias para deixar sua coleção organizada.

Tente jogar antes de comprar, sempre que for possível

As vezes não é possível seguir essa regra, mas se você fizer um esforço ficará surpreso com a quantidade de jogos que você não vai dar tanta importância independente da posição no ranking ou pelo fato de “todo mundo” dizer que ele será o próximo melhor jogo de todos os tempos. E sinceramente,  é mais fácil avaliar um jogo que você não gastou um monte de dinheiro nele. É claro que as vezes você precisará comprar para jogar, mas nesse caso seja cuidadoso na sua seleção.

Não compre jogos “OK”

Com tantos jogos bons no mercado, porque você vai investir seu precioso dinheiro em jogos que são apenas “OK” ? É quase tão ruim ter um jogo OK na coleção quanto um jogo ruim, pois o jogo ruim irá embora logo, já o jogo OK ficará na sua estante pois ele é bom o suficiente para ficar mas não tão bom o suficiente para ser jogado.

Reduza sua coleção sem dó

Se você não gostou do jogo ou foi apenas um jogo OK em uma categoria já bem “povoada” na sua coleção, ou mesmo se é um jogo que você já está cansado dele, venda-o ou troque. Não fique preocupado com as avaliações dos demais, se você realmente já deu atenção suficiente para o jogo e realmente não gostou. O segredo para manter uma pequena coleção (ou reduzi-la quando necessário) é ter certeza de que realmente cada jogo merece seu lugar ali. É importante também reavaliar constantemente se um jogo que você gostou mas está parado faz um tempo já, se ele ainda merece estar ali. Você realmente vai joga-lo mesmo tendo diversas outras opções para escolher?

E não se preocupe com a possível dificuldade de obtê-lo no futuro caso deseje, jogos bons geralmente voltam ao mercado e com um pouco de sorte e paciência você vai compra-lo novamente.

Evite bons negócios “suspeitos” de jogos que você nunca jogou

Geralmente o negócio é interessante porque o jogo não é. Aquele dinheiro que você investiu naquele título totalmente desconhecido não volta mais e o jogo ficará parado na sua estante.  Um jogo bom pelo seu preço “cheio” é mais negócio pois será jogado muitas vezes. Isso não significa que você não deve aproveitar promoções, muito pelo contrário, tente comprar jogos que você já estava de olho por um preço reduzido. Se aquele jogo em promoção não valia para você seu preço “cheio” provavelmente não será muito jogado nem mesmo pela metade do preço.

Preste atenção ao gosto do seus amigos

Se todos os seus amigos com que você joga gostam de euros rápidos, não importa o quanto você gosta de Twilight Imperium, ele seria uma compra ruim. Claro que se você está realmente interessado em um jogo você pode procurar pessoas que gostem também e nesse caso você jogaria sem talvez precisar comprar o jogo. Mas no geral é importante saber o que seu grupo gosta para fazer boas compras.

Considere os rankings, especialmente quando comprar um jogo que você nunca jogou

Mesmo que você tenha lido o manual e tenha certeza que vai gostar do jogo, uma avaliação geral baixa pode ser um alerta. Leia os comentários e procure entender porquê as pessoas não gostaram do jogo. E mesmo que você tenha jogado e gostado você deveria ficar atento a isso, simplesmente porquê (normalmente) não dá para jogar sozinho e se a maioria das pessoas não gostou do jogo você não vai joga-lo o quanto deseja. Claro que se você tiver um grupo já interessado no jogo, essa regra não se aplica.

Não compre jogos somente “pela possibilidade”

Compre jogos que você quer jogar agora. Com a expansão do mercado fica cada vez mais fácil comprar uma cópia depois daquele lançamento se você quiser joga-lo depois. Está pensando que talvez vá precisar de uma expansão lá no futuro para dar uma renovada naquele jogo? Compre então quando precisar e não agora. Você pode pensar que talvez no futuro essa aquisição seja mais cara do que agora, mas e daí? O dinheiro que você não vai gastar agora por algo que vai ficar parado na sua estante será mais relevante do que uma eventualmente diferença de preço.

Não compre (ou mantenha) grandes jogos que você não gosta

Haverão jogos que todos menos você gostarão. Você pode dar algumas chances e mesmo assim não gostar deles. E isso é perfeitamente normal. Você não deve ter esses jogos na sua coleção só para não ser chamado de  “maluco” por não tê-los. Ter esses jogos só aumentará a chance de ter que joga-los eventualmente quando você preferiria jogar outra coisa mais interessante para você.

Venda ou doe jogos que você não quer mais mas não consegue trocar

Geralmente você consegue bons negócios fazendo trocas, e ao menos que realmente deseje reduzir o tamanho da sua coleção, trocar jogos é uma boa idéia. Mas caso não consiga troca-lo por nada do seu interesse o melhor caminho pode ser a venda. Você pode tentar a troca ou venda em diversos grupos no Facebook ou mesmo na Ludopedia que possui uma extensa listas de trocas com propostas interessantes.

Aplique essas regras para trocas

Não diminua seus requisitos quando trocar jogos. Somente porque você recebeu uma oferta justa para trocar seu jogo por um jogo que você considera “OK” isso não significa que você precise troca-lo. Lembre-se que talvez você ainda precise pagar o envio do jogo, sendo mais um custo para você. Considere trocas da mesma maneira que você deve considerar novas aquisições.

Se você trocar seu jogo por um jogo que você não jogou e nem ao menos conhece, e sem perspectiva de joga-lo pode ser que você talvez tenha que no fim das contas vende-lo, não fazendo sentido trocar seu jogo por algo que vai ter dar o trabalho de vender no futuro.

Qual idéia você achou mais interessante? Já aplicou algumas delas na sua coleção e conseguiu bons resultados? Deixe seu comentário 🙂

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Como se tornar um jurado de um dos prêmios mais famosos do mundo dos jogos de tabuleiro?

Spiel des Jahres é um dos prêmios mais famoso do universo dos jogos de tabuleiro, que premia anualmente jogos lançados na Alemanha em diversas categorias (se quiser leia nossa série sobre jogos premiados por eles e algumas curiosidades a respeito clicando aqui).

Você não pode simplesmente se candidatar ao posto de jurado do “Spiel des Jahres“. Esse posto não é divulgado e você não pode enviar seu currículo.

Você é, na verdade, chamado para ser jurado. Ou colocando de maneira mais simples, você é convidado pelos outros júris para fazer parte do grupo.

De modo realista isso não é para todo mundo: Isso consome muito do seu tempo.

Essa foi a experiência do jurado Udo Bartsch:

“O dia que o júri me contatou foi em Junho de 2007. O telefone tocou e o diretor do Spiel estava na linha. Ele me disse que havia uma vaga disponível e sugeri então que nos encontrássemos. Foi mais ou menos como uma entrevista de emprego, dois se reunindo e discutindo a respeito da vaga.

Mas não existe nessa discussão uma discussão sobre salário, por exemplo, pois o posto de jurado é honorário, e como se sabe todo o trabalho nesse estilo envolve um monte de trabalho. O candidato precisa estar plenamente ciente disso. E eu fui claramente avisado.

Os jurados não se encontram em um dia específico para escolherem os jogos vencedores. Mas durante meses os jurados trocam experiências, análises e pensamentos em um fórum privado na internet. E se você acredita nos outros jurados você vai passar muito tempo jogando: Como jurado você simplesmente nunca vai jogar o suficiente.

O mais importante é que você precisa jogar com gente fora do seu círculo imediato e não somente com grupos com os mesmos gostos e interesses. Se você quer ser um jurado você precisa estar preparado para colocar os jogos na frente da sua vida, pelo menos no seu tempo livre.

Obviamente não é apenas isso. O Spiel é uma associação bem pequena com apenas 16 membros. Essa associação organiza cerimônias de premiação, publica uma revista, tem presença na internet e distribui prêmios entre outras coisas. E tudo isso é organizado e administrado pela equipe administrativa e também pelos jurados.

Um membro da associação precisa trazer consigo muito tempo e dedicação, ele precisa jogar muito e estar preparado para discutir seus jogos. E o mais importante de tudo: Ele precisa ser um crítico de jogos!

Isto porquê o júri do Spiel é um júri crítico.

Primeiramente, o que seria um crítico de jogos afinal? Eu encontro pessoas que não sabem, porque o conceito de crítica de jogos não é tão divulgado quanto alguns jogadores gostariam. Então: Um crítico de jogos não é alguém que cria jogos nem alguém que testa jogos que estão quase prontos para serem lançados.

Ele faz o mesmo que um crítico de música, teatro, livro ou filme faz, mas com jogos.

Então ele joga e depois publica sua opinião a respeito. Sua audiência são consumidores, leitores de blogs, ouvintes de podcasts, assinantes de canais no YouTube e assim por diante.

Para ser um crítico você precisa de uma mídia para publicar sua crítica. Quando comecei a escrever reviews no final da década de 90 eu precisava de um jornal para publica-las. Hoje pode-se obter facilmente audiência nos meios digitais.

O tipo de publicação no entretanto é fundamental: O Spiel tem como objetivo primariamente uma audiência menos informada. Críticos especializados em jogos para experts não se recomendam como jurados. Isso é ainda uma realidade maior para aqueles que são fãs ao invés de críticos e não possuem distância suficiente do objeto da crítica.

Também é recomendado consistência e experiência. E ainda muito importante, independência. O Spiel é um prêmio independente. Ninguém que cria, desenvolve, vende ou trabalha com editoras pode se tornar jurado. Mais uma coisa: Alguém que escreve sobre jogos não é automaticamente um crítico, pois isso envolve análise, avaliação e comparação. Para ser um crítico você precisa de conhecimento. Você precisa realmente jogar muito e a muito tempo, quanto mais melhor.

Como se tornar um jogador?

Minha teoria é: Você não se torna, você simplesmente é um. Pessoas jogam desde seu nascimento. Jogar é uma maneira vital de encontrar seu lugar no mundo. É da natureza humana jogar, alguns apenas pararam com isso em algum ponto no meio do caminho.

Para alguns a vida é completamente preenchida pelo trabalho e família. Para outros não existe com quem jogar. Outros simplesmente perderam o prazer de jogar. Mas igualmente muitos continuam jogando ou redescobrem isso novamente depois de adultos.

Uma paixão especial por jogos pode florescer em alguém por conta de seus gostos pessoais, condição de vida, círculo de amizades, vida social ou trabalho. É algo individual e não precisa ser discutido aqui. O suficiente para se dizer é: Um jogador é alguém que joga.

E se você quer redescobrir o prazer de jogar ou mesmo jogar algo diferente você pode experimentar os jogos recomendados pelo jurados do “Spiel des Jahres“. Essa recomendação é feita justamente para promover e espalhar o prazer de jogar e ajudar quanto mais pessoas o possível à jogarem.”

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É hora de fazer uma bela salada de frutas em “Fruit Salad”

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Fruit Salad, lançado no Brasil pela Editora Conclave, é um jogo infantil para 2 a 6 jogadores, com duração de 15 minutos para crianças à partir de 6 anos.

Em Fruit Salad, queremos fazer uma grande salada de frutas, e cada jogador vai contribuir para essa salada colocando as frutas que possui. E quem souber a quantidade das frutas nessa salada vai acumulando pontos!

Como se joga?

Distribui-se entre os jogadores as cartas de frutas em quantidades iguais, e cada jogador vai segurar sua pilha de cartas de frutas com a face das frutas para baixo.

Em seguida, rolam-se os dois dados do jogo e a partida está pronta para começar, como no exemplo abaixo.

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O objetivo do jogo é conseguir mais pontos, sendo que a partida termina quando alguém conseguir 4 pontos ou terminar com as cartas de frutas que estão na sua mão.

Os dados que são rolados vão indicar 2 elementos fundamentais: A fruta e sua quantidade.

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Se eu rolar, como no exemplo acima, um morango e o número 4, significa que para vencer essa rodada eu precisarei ter na salada de frutas (as cartas que vão sendo acumuladas no centro da mesa) pelo menos 4 morangos.

Cada jogador na sua vez vai pegar uma carta da sua pilha e coloca-la no centro da mesa com a face de fruta virada para cima, em seguida os próximos jogadores vão fazendo o mesmo.

Quando você desconfiar que já existe na salada de fruta a quantidade da fruta indicada pelo dado você deve colocar a mão sobre as cartas que estão no centro da mesa.

E esse é o elemento fundamental no jogo, tentar contar a quantidade de frutas que vão sendo colocadas no centro da mesa e tentar ser o mais rápido quando achar que a quantidade é a quantidade correta.

Acontece que os dados que foram rolados inicialmente podem ser rolados novamente no decorrer da partida, trazendo um “elemento surpresa”, pois a quantidade de frutas pode mudar no meio da partida, e acredite, isso vai acontecer muitas vezes.

Os dados serão rolados novamente se a carta de fruta que alguém colocar no meio da mesa trazer essa indicação, como nas duas cartas abaixo.

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Após o dado ser rolado novamente, se alguém desconfiar que já existe aquela quantidade na salada de fruta pode colocar a mão nas cartas.

Se o jogador que colocou a mão estiver certo, ele retira uma carta das que estão no centro para ele, simbolizando seu ponto, e distribui o restante para os demais jogadores.

Se ele estiver errado todas as cartas do centro vão para sua pilha.

Como já mencionamos o jogo termina assim que alguém conseguir 4 pontos ou alguém ficar sem cartas de frutas na sua mão.

Acessibilidade

É um jogo totalmente independente das cores, bastando apenas que o jogador consiga distinguir as frutas e os números, sendo portanto um jogo bem acessível para qualquer tipo de jogador.

Dá para jogar com crianças?

Sim, pois é um jogo voltado para esse público. Como trata-se de um jogo que exige memória, contar e uma certa agilidade, se for jogado com crianças de idades bem diferentes pode acabar favorecendo os mais velhos. Além disso como é necessário colocar a mão nas cartas no centro da mesa isso pode gerar uma certa confusão e disputas acirradas, portanto é bom ficar de olho para evitar algumas confusões.

O que achamos?

Uma pequena latinha, que cabe na palma da mão (e dentro de qualquer bolsa ou mochila) com uma boa produção, certamente é uma boa pedida para a criançada. Como o jogo prioriza o elemento memória isso traz de certa maneira um equilíbrio na mesa (se quiser ler uma postagem sobre os motivos para se jogar jogos que envolvem o uso da memória clique aqui).

Entretanto o fato da agilidade para se colocar a mão no centro da mesa pode frustrar um pouco se no grupo houverem adultos e crianças.

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É um jogo simples, rápido e bonito, que vai agradar a criançada, inclusive podendo ser usado com os menores para ensinar a contar e observar os padrões de frutas.

Mas chega de conversa, é hora de fazermos uma salada de frutas!

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Construa o caminho para escapar da masmorra em “The Dice Dungeon”

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Dice Dungeon é um jogo para 2 pessoas, com duração aproximada de 20 minutos. No jogo, cada jogador senta-se em frente ao outro em uma espécie de masmorra 3D. O objetivo de cada jogador é ser o primeiro a construir um caminho de uma extremidade da masmorra até a outra e para isso precisará dos equipamentos corretos e terminar com mais pontos de experiência do seu oponente.

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Alternando turnos, cada jogador vai comprar um dado de uma sacola e rola-lo. Se você tirar na rolagem um “mapa” você vai adiciona-lo à sua “grade”, escolhendo o seu lado, o do seu oponente, bem como sua orientação.

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Feitiços e equipamentos poderão ser mantidos na sue frente. Feitiços permitem você manipular dados já colocados, enquanto equipamentos lhe permitirá passar por portas trancadas e inimigos. “Anéis do desejo” permitem que você escolha qualquer face em um dado e “itens maravilhosos” permitem você troca-lo por um dos feitiços ou itens do seu oponente, ou ainda podem ser guardados para render pontos de experiência extra ao final da partida.

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O jogo termina assim que um dos jogadores declarar que tem o caminho completo e também o equipamento necessário para fazer a travessia com sucesso. O maior pontuador vence.

Para mais detalhes você pode olhar no site da campanha de financiamento coletivo, que vai até 10 de Junho de 2018, com previsão de entrega em Outubro de 2018.

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“Wisdom of Solomon” em financiamento coletivo

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Lançado em 2012, o jogo “Kingdom of Solomon” é um jogo de alocação de trabalhadores do designer Philip duBarry publicado pela Minion Games, que está voltando ao mercado através de um financiamento coletivo, agora sob o nome de “Wisdom of Solomon“.

Com um tema diferente, baseado nos tempos antigos da nação de Israel, o jogo permite aos jogadores não somente diversificar a produção dos seus recursos mas também possui uma mecânica onde seus trabalhadores podem ser eventualmente trocados por dinheiro se você considerar o risco interessante.

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O jogo está em financiamento coletivo, voltando ao mercado, com mecânicas, artes e componentes atualizados. A nova editora, a Funhill Games, estará também usando parte dos fundos obtidos nessa campanha para republicar o “Kings of Israel” um jogo cooperativo muito interessante.

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Com duração média de 15 minutos por jogador, para até 4 jogadores a partir de 12 anos. Se tiver interesse em conhecer mais visite a página do financiamento coletivo aqui.

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Que tal um Carcassonne Super Mario?

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Fã de Super Mario e também do clássico Carcassonne? Seus problemas acabaram!

Um usuário do Board Game Geek fez uma versão do Carcassonne com o tema do  Super Mário.

Com 72 peças e 45 marcadores o projeto levou em torno de 6 horas para ser finalizado. Uma versão sensacional, que certamente venderia horrores.

Confira algumas imagens!

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Se quiser ler a postagem original (em inglês) clique aqui

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A dominação global está chegando com “New Corp Order”

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Em outra época, num futuro não muito distante de nós, os governos foram completamente abolidos e sobrepostos por Mega Corporações. O frágil controle está sendo quebrado por 4 principais corporações, mas quem as possui ainda está para ser decidido. Em “New Corp Order” que está em financiamento coletivo lá fora, até 4 jogadores escolherão cuidadosamente ações de cada conglomerado e com jogadas inteligentes e a ajuda de consultores, manipularão o controle das pequenas empresas para controla-las e conseguir pontuar com elas.
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Um dos aspectos interessantes do jogo é que ele fundamenta-se no estilo de compras de cartas do Ticket to Ride. Os jogadores devem comprar ações para fazer qualquer coisa, como a colocação e controle da sua correspondente cor no tabuleiro. Entretanto não significa que necessariamente a cor colocada ou movimentada é a sua, o que traz para o jogo aquele aspecto de “caça do rato pelo gato”, para manter suas posições no tabuleiro e ações.
Do designer Miguel Bruque e arte do Heiko Günther é um jogo com duração de 30 a 45 minutos a partir de 12 anos.

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