Vai começar a batalha na Terra Média em “O Senhor dos Anéis: O Confronto”

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O Senhor dos Anéis: O Confronto é um jogo do designer Reiner Knizia para dois jogadores, com duração média de 30 minutos, onde cada jogador assume um dos lados (sociedade do anel ou as forças de Sauron) e deve eliminar o adversário ou cumprir seu objetivo.

Como se joga?

O jogo vem com diversos modos de jogo, como o modo clássico, variante e ainda usando cartas especiais. O modo variante permite que você utilize um outro conjunto de personagens dentro do mesmo time (no modo variante, por exemplo, você vai jogar com o Faramir fazendo parte do time da sociedade do anel), pois cada peça de personagem possui no verso outro personagem, possibilitando um jogo diferente, com personagens (que possuem habilidades únicas) diferentes.

Abaixo, o Merry no jogo clássico vira o Faramir no modo variante.

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E depois que você estiver bem familiarizado com o jogo ainda poderá adicionar cartas especiais que deixam o jogo ainda mais emocionante.

Embora tenha diversas possibilidades, o jogo em si tem uma montagem bem simples, onde cada jogador escolhe com qual lado vai jogar, recebe suas peças e suas cartas.

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Depois de receber seu baralho de cartas e suas peças é hora de posiciona-las no tabuleiro.

O posicionamento é feito de acordo com algumas especificações, e o resultado final é algo semelhante a isso, sendo que a escolha da posição de cada personagem é determinada pelo jogador, somente a quantidade por regiões que é pré-determinada pelo manual.

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Feito isso a partida está pronta para começar.

O jogo é bem simples, onde na sua vez, cada jogador vai escolher um dos seus personagem e movimenta-lo para uma região à sua frente, nunca é permitido andar lateralmente (salvo algumas exceções) e recuar.

Quando seu personagem encontra um personagem adversário (que você inicialmente não sabe qual é), acontece um combate.

Ambos jogadores revelam os personagens, resolvem as habilidades especiais de cada um, e caso ambos aindam permaneçam no mesmo lugar é hora da luta.

Nesse momento cada jogador escolhe uma carta do seu baralho para ser usada, e o baralho é composto por cartas de força e cartas de poderes

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Após ambos escolherem uma carta, revelam e resolvem os efeitos. Cartas de poderes sempre são resolvidas antes das cartas de forças. e caso ambos jogadores usam cartas de poderes as cartas de Sauron são resolvidas antes das cartas da Sociedade.

Se ninguém se retirar ou for derrotado por uma carta de texto é hora de verificar quem vence o combate pela força. Para isso soma-se a força do personagem com a força da carta, o valor maior derrota o menor, em caso de empate ambos morrem.

No exemplo abaixo, ambos os personagens (Gandalf à direita e o Nazgul voador à esquerda) tem força 5, porém a somatória das cartas dá força 10 para Gandalf contra 8 do Nazgul, que é derrotado e sai do jogo.

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O jogo termina quando a sociedade consegue levar Frodo até Mordor. Se Sauron colocar 3 personagens no Condado ou eliminar o Frodo ele é o vencedor.

Acessibilidade

É um jogo independente de cores e com peças fáceis de manusear, não sendo necessário segurar cartas ou mexer no tabuleiro constantemente, portanto não possuindo restrições para pessoas com dificuldades ou limitações de movimentos.

Dá para jogar com crianças?

Somente com os mais velhos, pois é necessário conhecer minimamente a história para entender o contexto e personagens do jogo. Além disso o jogo exige leitura do adversário e um pouco de perspicácia para usar as cartas e movimentar seus personagens, entendendo como suas habilidades podem fazer diferença ou agregar dentro da sua estratégia.

O que achamos?

O Senhor dos Anéis: O Confronto é uma ótima pedida para duas pessoas, porém com uma ressalva, que é ambos os jogadores jogarem-o com alguma frequência para desfrutarem o que o jogo realmente tem a oferecer.

O jogo em si é simples, quase nenhuma complexidade além de alguns detalhes como ordem de resolução das cartas, posicionamento inicial, movimentação e uso das habilidades de cada personagem.

O grande porém é que se trata de um jogo que cresce junto com os jogadores, pois é fundamental conhecer bem a habilidade de cada personagem para então desenvolver um jogo interessante. Junte-se a isso o fato que o jogo oferece ainda mais personagens além do modo clássico e algumas cartas adicionais, sendo possível ainda combinar personagens do modo clássico e variante dentro do mesmo time.

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Dito isso é o jogo ideal para 2 pessoas que vão joga-lo com alguma frequência, não é aquele jogo casual que você pode jogar com qualquer um, aliás, pela simplicidade é possível sim ensina-lo em já sair jogando em 10 minutos, mas o jogo ganha em peso, possibilidades e estratégias quando ambos já jogaram algumas vezes e ainda continuam jogando, testando combinações, cartas, idéias e estratégias.

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Também torna-se um jogo muito melhor para pessoas que gostam do tema e da história, pois o jogo é muito temático pelos personagens e suas habilidades ligadas à história do livro.

Pontos positivos:

  • Simples de ensinar e fácil de jogar
  • Possui bastante conteúdo dentro da caixa (modo clássico, variante e cartas adicionais)
  • Rápido (dá para jogar melhor de 3 em pouco mais de uma hora)
  • Componentes de ótima qualidade
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Detalhe no verso do stand que segura a peça dos personagens

Pontos de atenção:

  • É ideal conhecer os personagens e a história para aproveitar melhor o jogo (afinal não faz muito sentido levar um rapaz de um lado do tabuleiro até o outro entre monstros e criaturas esquisitas).
  • O jogo cresce junto com os jogadores, sendo o jogo ideial para jogar sempre com a mesma pessoa para desfrutar de todo potencial dele.
  • É um jogo de conflito direto

Se você tem um parceiro de jogatina e ambos estão dispostos a jogarem esse jogo com alguma frequência certamente essa experiência será muito interessante, ainda mais depois de assistir os filmes…

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Asmodee negocia compra da Galápagos jogos

Ao que parece a Galápagos jogos está para ser comprada pela Asmodee, a gigante internacional dos jogos de tabuleiro.

Leia o texto publicado pela Galápagos:

O Grupo Asmodee, gigante mundial do setor de jogos, revelou nesta quarta-feira (1º de agosto), um dia antes convenção de jogos norte-americana GenCon, que está em negociações finais exclusivas para a aquisição da editora brasileira Galápagos Jogos.

Fundada em 2009, a Galápagos é atualmente a maior empresa de jogos de tabuleiro modernos no Brasil. Desde 2013, quando passou a comercializar seus primeiros títulos de jogos internacionais, a companhia teve um aumento de 800%.

Com mais de 60 linhas de jogos de tabuleiro e cartas, o sucesso da empresa acompanha o avanço mundial do setor, que é considerado um dos segmentos que mais crescem na indústria de entretenimento.

“Nosso propósito de aproximar pessoas por meio de uma experiência fantástica de entretenimento se fortalece ainda mais agora que fazemos parte da Asmodee. A paixão por contar histórias incríveis é o principal fator que nos une. Estamos muito orgulhosos de nos juntar a um time tão experiente e capaz”, afirmou Yuri Fang, presidente da Galápagos Jogos

O interesse pelo Brasil faz parte da estratégia do grupo francês de consolidar sua presença global. Essa será sua primeira operação na América Latina. A Asmodee possui escritórios em 14 países: Estados Unidos, Canadá, Espanha, Alemanha, Itália, Bélgica, França, Reino Unido, Noruega, Finlândia, Suécia, Dinamarca, Holanda e China. Além disso, conta também com 13 estúdios de desenvolvimento de jogos espalhados pelo mundo. Atualmente, a empresa distribui seus produtos para mais de 50 países do mundo.

O grupo, criado em 1995, vende 34 milhões de jogos por ano, lança 300 novos produtos e registrou um faturamento de 442 milhões de euros em 2017.

“Após cinco anos de uma parceria de sucesso com a Galápagos na distribuição dos nossos jogos no Brasil, estamos muito felizes em tê-los na família Asmodee. Confiamos plenamente na equipe da Galápagos para aumentar ainda mais nossa presença no mercado e em construir nossa plataforma no país”, disse Stéphane Carville, presidente do Grupo Asmodee.

A Galápagos Jogos já distribui no Brasil grandes títulos dos estúdios de jogos associados à Asmodee, como Star Wars: X-Wing; Star Wars: Destiny; Guerra dos Tronos: Board Game; Ticket to Ride; Smallword; Dobble; Dixit; Mysterium; Dead of Winter; Concept; 7 Wonders entre outros.

Leia a informação na íntegra aqui

Decore as paredes do palácio real em “Azul”

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Indicado ao famoso prêmio alemão “Spiel des Jahres” 2018, Azul é um jogo para 2 a 4 jogadores, com duração de 30 minutos, onde cada jogador assume o papel de um artista de azulejo que foi convocado pelo rei de Portugal para decorar seu palácio com os belo azulejos.

Como se joga?

Cada jogador recebe um tabuleiro, um marcador da trilha da pontuação que está na parte de cima do tabuleiro. Em seguida colocam-se no centro da mesa as “fábricas” de onde sairão os azulejos para cada jogador. O número de fábricas varia de acordo com o número de jogadores.

Depois colocamos em cada fábrica 4 azulejos sorteados aleatoriamente do saquinho de azulejos. O marcador de jogador inicial é colocado no centro da mesa também e a partida está pronta para começar.

Na partida abaixo temos a mesa pronta para 2 jogadores.

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Na sua vez você tem apenas uma jogada para fazer: Recolher azulejos ou de uma das fábricas ou do centro da mesa. Então você sempre recolherá azulejos na sua vez.

Quando você recolhe os azulejos, existe uma regra a ser seguida: Você sempre recolherá todos os azulejos daquele tipo, seja do meio ou seja de uma fábrica.

Por exemplo abaixo, na fábrica mais à direita existem 2 azulejos amarelos, então se eu quiser o amarelo, eu terei que recolher os 2. Se eu quiser recolher do centro da mesa, eu tenho que seguir a mesma regra, pegar todos do mesmo tipo, não importa a quantidade deles. Nesse caso se eu precisar de amarelo e quiser pegar do centro, terei que pegar os 4 que ali estão.

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Depois de recolhidos, o que sobrar na fábrica vai para o centro da mesa, e eles agora se tornam mais uma opção de escolha, com o passar do tempo o centro da mesa vai se tornando um lugar cheio de azulejos.

Se eu recolher do centro da mesa, eu pego o marcador de jogador inicial e ele vai para a parte inferior do tabuleiro, onde eu coloco os azulejos que não couberam na parede. Essa trilha é a que dá pontos negativos.

Os azulejos depois de recolhidos vão para a parte esquerda do seu tabuleiro, onde você tem 5 trilhas.

Você escolhe em qual fileira vai posiciona-los.

Se você eventualmente não tiver espaço para todos o que você pegou, depois de posiciona-los em alguma fileira, os demais devem ir para trilha inferior de pontos negativos.

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Depois que os azulejos terminarem de ser recolhidos, vem a parte da movimentação.

Todas as fileiras que estiverem completas do lado esquerdo terão o azulejo movido para o respectivo lugar no lado direito, sempre começando com as fileiras de cima para baixo.

As fileiras do lado esquerdo incompletas permanecem.

O jogo termina quando um jogador completar uma fileira no lado direito.

Veja o exemplo abaixo. Nesse caso o jogador moveria da esquerda para a direita as 3 primeiras fileiras que estão completas. A quarta fileira (azul) não seria movimentada pois ainda está incompleta.

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Cada azulejo movido (da esquerda para a direita) vale um ponto, e se ele estiver adjacente a outros azulejos tanto na horizontal quanto na vertical, você recebe um ponto a mais por cada um adjacente.

A pontuação é feita conforme a movimentação, sempre da primeira fileira em cima para baixo, isso é super importante pois afeta a pontuação.

No exemplo abaixo o jogador recebe:

1 ponto pelo azulejo verde

2 pontos pelo preto (1 ponto pelo preto e mais 1 pelo verde que está adjacente)

3 pontos pelo vermelho (1 pelo vermelho, mais 2 pelo preto e verde adjacentes)

Totalizando 6 pontos. Ele perde 1 ponto pois pegou o marcador de jogador inicial.

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Depois de todos os jogadores terem movido seus azulejos e contabilizados a pontuação (incluindo os pontos negativos), o marcador de jogador inicial volta para o centro da mesa, as fábricas são preenchidas novamente e o jogador que estava com o marcador de jogador inicial começa.

Ainda existem 3 padrões que dão pontos ao final da partida: Uma coluna completa vale 7 pontos, uma linha vale 2 e um conjunto de 5 do mesmo tipo completo vale 10 pontos.

Acessibilidade

Embora muito colorido, jogadores com dificuldade em distinguir cores não enfrentarão dificuldades com Azul, pois as cores se distinguem bem. Caso algum dos jogadores tenha restrição ou dificuldades com movimentos Azul pode ser um problema, pois ele exige a colocação das peças adjacentes e qualquer movimento mais brusco pode bagunçar o tabuleiro, deixando a experiência um pouco mais complicada eventualmente.

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Legenda da imagem: C – Visão comum / P – Protanopia / D – Deuteranopia / T – Tritanopia).

 Dá para jogar com crianças?

Somente com crianças um pouco mais velhas, pois o jogo exige que o jogador faça um planejamento de quais peças ele vai pegar, para tentar pontuar melhor e também tentar atingir algum padrão de pontuação final. Além disso também é necessário ficar de olho nos oponentes e também avaliar as melhores peças pelas quantidades disponíveis, então exige um pouco mais dos jogadores.

Pode-se jogar de modo mais casual também, mas é um jogo que exige um pouco mais dos participantes de uma maneira geral.

O que achamos?

Azul é um jogo abstrato, onde o tema nada importa no fim das contas. Também é um jogo sem nada de revolucionário. Entretanto seu grande charme é sua beleza, pois as peças de resina são muito bonitas, e também sua simplicidade.

É um jogo muito divertido, onde você precisa se organizar, escolher bem as peças e também pensar à longo prazo. Foi disparado o jogo mais jogado por aqui esse ano, com mais de 40 partidas, sendo que geralmente no esquema “melhor de 3”.

Funciona muito bem em 2, 3 e 4 pessoas, em 2 pessoas o jogo tende a ser um pouco mais agressivo, pois a disputa pelas peças fica mais direta, mas dá para jogar sem aquele alto nível de conflito, pois você acaba precisando priorizar seu jogo ao invés apenas de tentar atrapalhar seu oponente.

Ele abrange todo tipo de jogador, e funciona muito bem com jogadores casuais, que entenderão bem as regras e a maneira de jogar, mas que com certeza ao final da partida desejarão repetir a experiência.

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Um ponto de atenção é que o jogo pode também ser jogado de modo bastante agressivo e as vezes pode ser frustrante, pois você pode deliberadamente pegar peças que seu oponente tanto precisa, e a frustração pode acontecer ao pontuar negativamente de maneira a deixa-lo praticamente fora da disputa pela vitória (sim, é possível fazer 8, 10 ou mesmo 14 pontos negativos em uma rodada).

Se você gosta de jogos abstratos ou não faz tanta questão do tema e quer ter à mão um belo jogo para começar sua noite de jogatina ou para jogar casualmente com amigos e familiares, Azul é uma ótima opção.

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Um jogo por dia 2018 – É hora de ligar cidades e construir rotas em Ticket to Ride Europa

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Ontem no projeto “Um jogo por dia – 2018” foi hora de ligar cidades e construir rotas no Ticket to Ride Europa.

Um dos favoritos aqui em casa, tanto que já temos até a expansão dele, o Ticket to Ride Europa 1912 que adiciona novas rotas e alguns aspectos diferentes como os depósitos onde você acumula cartas.

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Ticket to Ride é um daqueles jogos simples mas muito gostoso de jogar, com uma boa interação entre os jogadores. Cada jogador precisa ligar cidades para construir suas rotas secretas (que pontuam ao final da partida apenas).

Ótimo para pessoas que estão começando, para quem só joga eventualmente, para crianças um pouco mais velhas e para quem já joga mas quer algo mais tranquilo.

É um clássico, obrigatório na coleção, sendo o único jogo que ultrapassou 50 partidas aqui em casa.

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Projeto “Um jogo por dia – 2018” – Caspa de fada e fumaça de dragão para criar poções malucas em Potion Explosion

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Ontem no projeto “Um jogo por dia – 2018” foi hora de usarmos caspa de fada, fumaça de dragão e outros ingredientes malucos para criarmos poções em Potion Explosion.

Potion Explosion é um ótimo jogo familiar, onde você vai pegar bolinhas de um dispenser para montar suas poções, sendo que cada poção feita lhe permitirá usar um poder especial. Jogamos em 2 e como sempre eu perdi por uma considerável diferença de pontos.

Ele funciona super bem em 2 jogadores, com baixa interação, ficando aquele jogo tranquilo, onde cada um vai tentando fazer suas poções.

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É muito gostoso de jogar e embora sua mecânica seja muito simples (pegar uma bolinha e coloca-la em uma de suas poções) ele tem elementos que agregam bastante, como os poderes especiais de cada tipo de poção, que lhe permitem fazer algumas jogadas bem interessantes.

Super recomendado para se ter na coleção para aquelas partidas mais casuais!

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Preview do Jump Drive- Irmão mais novo do Race for the Galaxy

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Conforme anunciamos a um tempo atrás, havia uma iniciativa do designer do Race for the Galaxy (leia nossa análise sobre ele aqui), Tom Lehmann, de criar um jogo com a mesma pegada do Race, porém mais simples, e essa iniciativa é o jogo Jump Drive!

Jump Drive é um jogo para 2 a 4 jogadores que introduz os jogadores ao universo do Race for the Galaxy.

Cada jogador joga simultaneamente cartas para construir seu império descartando cartas para pagar o custo das construções. As cartas pontuam em cada rodada, produzindo pontos de vitória e a compra de outras cartas.

Por exemplo a carta “Deserted Alien Colony” (acima) produz 4 pontos e 2 cartas cada rodada.

Os jogadores devem balancear os prédios entre cartas e pontos. O jogo termina quando alguém atingir 50 pontos.

É uma versão bem mais simplificada do Race, com a eliminação total da produção de bens (juntamente com a idéia de produção, consumo e venda) e a parte de colonizar planetas e desenvolvimentos foi sintetizada em uma fase única.

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O jogador que não colocar nenhuma carta na sua rodada faz uma exploração comprando 2 cartas e uma ficha de “explorar” além de cartas adicionais para cada símbolo de exploração que ele tiver em suas cartas na mesa e depois você deve descartar uma quantidade de cartas indicadas.

Outra diferença é que os jogadores podem ter cartas iguais na sua mesa.

Em Jump Drive os jogadores devem considerar bem a relação “eficiência e tempo”, pois se o outro jogador está muito bem você talvez tenha que abandonar seu “plano perfeito” e arriscar um pouco acelerando seu império esperando conseguir algumas cartas mais úteis e interessantes. Foram também adicionadas “luas” aos planetas coloridos para ajudar pessoas com dificuldades com as cores.

Além disso construções e desenvolvimentos mais caros podem ser beneficiados por construções do império adversário, trazendo mais interação ao jogo. O jogo também tende a ficar mais tenso nas últimas rodadas pela contagem dos pontos de vitória que vão se acumulando.

Particularmente eu gosto muito do Race (é o jogo mais jogado por aqui) mas entendo que muitas pessoas tem dificuldade com a simbologia e imagino que o Jump Drive vá suprir essa lacuna com algo com a mesma pegada mas bem mais simplificado 🙂

Para ler o preview em inglês clique aqui