Como você mantém sua coleção de jogos sob controle?

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Sua estante já está assim?

Ah, o tamanho da sua coleção de jogos de tabuleiro, uma preocupação (ou não) que ainda vai chegar a sua mente!

Com o recente crescimento do mercado aqui no Brasil, é muito bacana saber que temos muitos títulos interessantes à disposição, sem precisar importar ou mesmo compra-los usado. Mas juntamente com a disponibilidade também existe uma tendência do crescimento do número dos jogos nas coleções, e isso é bom, certo? Não necessariamente! É muito fácil você passar de jogador a colecionador sem mesmo perceber.

Jogos que já estão lacrados na estante a meses, jogos que só foram jogados uma vez, jogos que você mal aprendeu a jogar e não viram mais mesa são apenas alguns indicativos que talvez você esteja comprando mais do que jogando.

Claro que isso não é necessariamente um problema para todo mundo, e nem deveria ser, mas confesso que eventualmente me pego pensando a respeito do tamanho da minha coleção, o tempo que tenho para jogar e se realmente vale a pena investir em novos títulos.

Com isso em mente fiz algumas pesquisas e coletei algumas dicas que o pessoal geralmenete usa para assim gerenciar melhor sua coleção!

Pode ser que nem todas sirvam para você, mas talvez você encontre aqui algumas idéias para refletir a respeito!

1. Experimente sempre que possível antes de comprar

Dependendo de onde você mora, testar jogos em eventos, locadoras ou lugares para jogar seja possível, e talvez realmente veja melhor você tentar jogar aquele jogo que lhe interessa antes de compra-lo. Hoje em dia é até mesmo possível jogar certos jogos no formato digital, gratuitamente em sites como Board Game Arena ou Yucata. Talvez isso lhe ajude na hora de decidir pela compra…

2. Não compre jogos “OK”

Se você já sabe que o jogo é apenas razoável, não deveria existir razão para você compra-lo se pode investir esse dinheiro em títulos melhores. Resista a atenção mesmo que o preço estiver muito bom, afinal, o jogo não melhora mesmo pagando barato.

3. Reduza sua coleção “sem dó”

Se o título não lhe agradou, não tem grupo, é muito longo, etc, simplesmente passe-o para frente. Venda sem dó, afinal, se não fize-lo ele provavelmente só ficará ocupando espaço na sua estante.

4. Evite promoções tentadoras de jogos que você não conhece

Dinheiro gasto não volta fácil, então tente evitar jogos desconhecidos mesmo que a preços tentadores. Tente guardar essa grana para títulos que realmente vão agregar. Limite seus gastos dessa maneira para não comprar títulos ruins, mesmo que baratos.

5. Preste atenção ao que seus amigos, familiares ou parceiros de jogos gostam

Se você não joga exclusivamente sozinho é importante você comprar títulos que realmente verão mesa. Se comprar títulos que só você gosta talvez precisará montar outros grupos, caso contrário será dinheiro gasto com um título que dificilmente verá mesa.

6. Preste atenção aos rankings, notas e comentários de jogos que você não conhece

Não estou aqui dizendo que os rankings são mandatórios e você deve gostar de tudo que está lá, mas é interessante muitas vezes dar uma pesquisada e ver notas, comentários, reviews e gameplays de títulos que você deseja comprar mas ainda não conhece. Isso com certeza o ajudará a filtrar suas compras de maneira mais adequada e evitará compras desnecessárias.

7. Não compre (ou mantenha) grandes jogos que você não gosta

Não é só porque o jogo é considerado um clássico que você tem obrigação de mante-lo na sua coleção. Grandes jogos são bons por uma série de razões, mas se não for para você, passe-o para frente e libere espaço na sua coleção 🙂

8. Troque jogos

Essa é uma maneira interessante, embora não muito comum por aqui, de conseguir novos títulos. Você tem a chance de experimentar novos títulos sem gastar muito (eventualmente só com o frete).

9. Evite jogos impossíveis de serem jogados

Por mais que você seja um grande fã de certos títulos, convenhamos que em muitas situações você não jogará aquele jogo, seja pelo tempo de partida, pela dificuldade ou qualquer outro motivo. Se esse for o caso, considere a possibilidade de vende-lo, ou de pelo menos conseguir um grupo para joga-lo de vez em quando. Existem muitos títulos que eu gostaria de jogar mas sei que são impossíveis de serem jogados na minha atual situação, e portanto devo evita-los por hora 🙂

10. Evite jogos redundantes

Dependendo do tamanho da sua coleção, talvez seja uma opção considerar jogos que são praticamente iguais e passa-los para frente. E também evitar comprar jogos que são muito parecidos com outros títulos da sua coleção.

11. Rode sua coleção com certa frequência

Tente montar um plano ou sistema para jogar todos os seus jogos de tempos em tempos. Isso é bacana para você manter sua coleção sendo jogada com certa frequência e lhe ajuda a manter sua percepção sobre seus jogos atualizada e perceber que as vezes certos títulos já não são tão interessantes quanto antes. Nesse ponto também é interessante você controlar suas partidas, pois essa informação lhe dará a percepção correta de quais jogos são jogados e quais não são. (Aqui estamos tentando jogar sempre que possível um jogo diferente até passarmos todos, num projeto chamado “Um jogo por dia”).

12. Tente estabelecer um limite

Agora, qual o limite e se haverá um é você que decide. Mas o ponto é, jogos para jogar ou para ficarem apenas na estante? Você pode pensar em limites na quantidade de jogos, no espaço para armazenamento, na quantidade de partidas jogadas, etc. Você também pode pensar em regras do tipo “compro um novo vendo um velho”, “jogos não jogados em X meses são vendidos”,  a decisão e os critérios serão seus 🙂

13. Uma coleção controlada é mais fácil de ser organizada e exibida

Junto com o tamanho da coleção vem a preocupação de como armazena-los adequadamente. Uma coleção controlada tende a ser armazenada de maneira mais interessante.

14. Vai lhe dar liberdade para comprar o que realmente lhe interessa

Se você controlar sua coleção muito provável sobrará espaço e grana para você comprar os títulos que realmente lhe interessarão, pois você terá mais controle sobre sua coleção.

15. Mude sua coleção de acordo com seus gostos

Sua coleção não deve ser tão estática, se seus gostos de um tempo para cá mudaram, mude sua coleção também! Saber o que você gosta vai ajuda-lo bastante nesse aspecto.

E para você, como você faz para manter sua coleção sob controle?

Mais ar do que jogos – Top 5 caixas desnecessárias 

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Existem jogos que por mais excelentes que sejam possuem caixas que ocupam um espaço desnecessário, pois o conteúdo deles ocuparia metade ou até mesmo um terço da caixa original. São ótimos jogos, mas poderiam receber das publicadoras uma atenção especial nessa parte e consequentemente ajudar os jogadores a economizarem espaço nas preciosas estantes e até mesmo contribuir para reduzir os preços e porque não o consumo desnecessário de papelão. A questão pode até mesmo modificar questões como preço de frete, tamanho do espaço para armazenamento, etc.

Existe o argumento da divulgação e exposição do jogo que precisaria de uma caixa com certo tamanho para chamar a atenção, mas convenhamos que esse argumento não é dos melhores em vista das desvantagens que apresentei acima…

Então vamos ao top 5 jogos que ocupam espaço desnecessariamente!

Chicken Cha Cha Cha (Leia nossa análise sobre ele aqui)

Esse jogo infantil é relativamente caro, sendo que os componentes caberiam em um terço da caixa sem menor prejuízo, muito pelo contrário, facilitando o armazenamento, transporte e até mesmo reduzindo o custo.

Chicken Cha Cha Cha

Age of War (Leia nossa análise sobre ele aqui)

Um pequeno jogo do Reiner Knizia, que poderia estar numa caixa menor ainda!

Age of War

Race for the Galaxy (versão Rio Grande) – Leia nossa análise sobre ele aqui

Não sei como ficou a versão da Galápagos, mas essa versão aqui impressiona pela quantidade de espaço vazio sem o insert de papelão…na foto estão faltando alguns marcadores que não ocupariam quase nada, ou seja, muito espaço vazio!

Race for the Galaxy

My First Carcassonne (Leia nossa análise sobre ele aqui)

Outro jogo infantil que poderia ser barateado com a redução do espaço vazio e desnecessário.

My First Carcassonne

Istanbul (leia nossa análise sobre ele aqui)

Esse na minha opinião é um dos campeões de desperdício de espaço, pelo tamanho da caixa e preço cobrado por aqui. Recentemente fui viajar e acabei levando só as peças economizando assim um baita espaço.

Istanbul

As editoras deveriam começar a olhar esse aspecto, que faria um bem danado tanto para os bolsos e estantes como para o meio ambiente e questões de logística (tamanho da caixa para transporte, entrega, etc).

O que você acha? Conhece algum outro jogo que tem uma caixa grande e desnecessária?

Cinco razões pelas quais os jogos de tabuleiro são “a crise de meia idade” perfeita!

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Mid Crisis

Em um artigo publicado recentemente (para ler o artigo em inglês clique aqui) o autor Guyblin nomeia cinco razões pelas quais os jogos de tabuleiro são a melhor crise de meia idade, e de acordo com ele as razões são as seguintes:

Melhor (e mais barato) do que sair para beber – Claro que depende do contexto e de cada pessoa, mas em geral uma noite de jogos com os amigos pode ficar mais em conta do que sair para beber.

É um hobby viável economicamente – Especialmente se você jogar seus jogos (ao invés de apenas compra-los). Isso também deve levar em conta a quantidade de horas e partidas que você desfrutará. A maioria dos outros programas (como cinema, etc) também trarão um certo custo, e ainda no caso dos jogos de tabuleiro você pode sempre revende-los 🙂

Sua família não jogará Monopoly no Natal – Afinal você terá em casa opções mais interessantes e de acordo com o perfil dos jogadores. E talvez vocês poderão passar um tempo juntos fazendo algo divertido e interessante. Por incrível que pareça, muita gente gosta de jogar, só ainda não conhece os jogos de tabuleiros modernos 🙂

Uma boa alternativa para encontros – Se você está solteiro(a), tem mais de 40 anos e deseja encontrar alguém, talvez participar de grupos de jogos pode ser uma boa alternativa para conhecer novas pessoas, formar novas amizades e quem sabe encontrar alguém legal para se relacionar, além de não precisar enfrentar aquele silêncio embaraçoso durante os encontros (afinal a outra pessoa estará pensando na jogada dela).

Mantém sua mente afiada – Como ninguém está ficando mais jovem, e os jogos de tabuleiro são uma maneira divertida e interessante de manter a mente funcionando bem.

Bom, se você está sentindo a pressão dos anos, talvez os jogos de tabuleiro sejam uma opção interessante para você iniciar um novo hobby!

 

 

 

Dez melhores jogos da Kosmos para dois jogadores segundo Tom Vasel

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Kosmos

Tom Vasel divulgou a alguns dias atrás um vídeo com seu TOP 10 de jogos para 2 jogadores da Kosmos. Kosmos é uma publicadora de jogos que tem uma série muito interessante de jogos para 2 jogadores.

A lista do Tom é a seguinte:

10. Dracula
9. Heave Ho
8. Babel
7. Lord of the Ring (Senhor dos Anéis: O confronto)
6. Hera and Zeus
5. Kahuna
4. Starship Catan
3. Lost Cities (Exploradores)
2. Jambo
1. Targi

Dos títulos apresentados acima, o número 7 e o 3 estão disponíveis no Brasil e já foram publicados por aqui. São ótimos títulos!

Agora pensando exclusivamente em jogos para 2 jogadores, meu TOP 5 seria o seguinte:

Caixa

5. Lost Cities (Exploradores) – Leia nossa análise sobre ele aqui

caixa

4. Jaipur – Leia nossa análise sobre ele aqui

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3. Patchwork

caixa

2. Sherlock “Holmes & Mycroft” – Leia nossa análise sobre ele aqui

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7 Wonders Duel

1. Seven Wonders Duel

Boa notícia é que com exceção do Jaipur os demais títulos estão todos disponíveis no Brasil, então já existem boas opções para quem só tem um companheiro de jogo 🙂

E para você, qual seria seu TOP 5 jogos para 2 jogadores?

Homenagem do The Meeple in the Middle ao dia internacional da mulher

Dia da mulher.jpg

Como descrever o que é mulher?
Se é tudo, se são muitas, se cada uma é algo, e tem algo, que não a deixa se assemelhar a outra?
Mulher é mais que sua profissão, mais que suas escolhas
Mulher é maior que suas limitações, é mais forte que todas as suas batalhas
Mulher é metade da história do mundo
É escritora, cientista, professora, é mãe de todas elas, de todos eles
É a engrenagem que move e as vezes é ignorada, mas nunca é menos que completamente essencial, nunca é menos que tudo o que quer ser

Paula Bispo

Homenagem ao dia da mulher.

Leia poemas diariamente em Hoje é dia de Poesia!

Quais os designers de jogos mais presentes nas coleções?

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O pessoal do Board Game Geek fez um levantamento para descobrir quais são os designers que mais estão presentes nas coleções registradas por lá. Estão contabilizadas também a presença de expansões nas coleções.

E a lista ficou da seguinte maneira:

25

25. Richard lanius

O autor do Arkham Horror e Elder Sign aparece em primeiro lugar, com 149000 cópias presentes nas coleções!

24

24. Stefan Feld

O autor do Castles of Burgundy e Trajan vem na sequência com 1580000 cópias.

23

23. Rob Daviau

Com Betrayal at House on the Hill e Pandemic Legacy, ele aparece com 159000.

22

22. Martin Wallace

O autor de Brass e Railways of the World vem com 164000 cópias.

21

21. Bruno Faidutti

O pai do Citadels e Incan Gold aparece na lista com 171000 cópias de seus jogos nas coleções.

20

20. Thomas Lehmann

Race for the Galaxy e Roll for the Galaxy estão entre os títulos de Lehmann, que vem com 172000 cópias.

19

19.Christian Petersen

Com 176000 vem o pai do Game of Thrones: The Board Game e Twilight Imperium.

18

18. Richard Borg

Com 189000 vem o designer do Memoir 44 e Liar´s Dice.

17

17.Wolfgang Kramer

Com 195000 cópias aparece o autor do El Grande e Tikal.

16

16. Friedemann Friese

Com 198000 vem o homem do cabelo verde, autor do Power Grid e Friday.

15

15. Vlaada Chvátil

O autor do Codenames e Space Alert vem com 224000 cópias presentes nas coleções

14

14. Matt Leacock

Com seu Pandemic, Ilha Proibida e Deserto Proibido, Matt tem 257000 cópias nas coleções.

13

13. Bruno Cathala

7 Wonders Duel e Five Tribes são dois trabalhos do Bruno que vem com 258000

12

12. Donald Vaccarino

O pai do Dominion vem com 285000 cópias nas coleções

11

11. Steve Jackson

Com seu conhecidíssimo Munchkin ele vem com 291000 cópias.

10

10. Alan Moon

O pai do sucesso Ticket to Ride vem com 296000 cópias.

9

9. Kevin Wilson

Com 298000 o autor de Arkham Horror, Elder Sign e Cosmic Encounter vem com 298000 cópias.

8

8. Richard Garfield

King of Tokyo, Magic e Android Netrunner são alguns de seus títulos, sendo que ele vem com 301000 cópias.

7

7. Eric Lang

Blood Rage e Quarriors colocam Eric com 306000 cópias.

6

6. Uwe Rosenberg

O pai do Agricola e Patchwork vem com 325000 cópias.

5

5. Antoine Bauza

Com seu 7 Wonders e Takenoko ele vem com 347000 cópias.

4

4. Klaus-Jürgen Wrede

O pai do Carcassonne vem com 355000 cópias

3

3. Klaus Teuber

Com 359000 o autor de Catan vem em terceiro lugar.

2

2. Corey Konieczka

Autor de X-Wing, Eldritch Horror e Star Wars Imperial Assault vem em segundo lugar com 374000.

E o primeiro lugar vai para…

1

1. Reiner Knizia

O autor de Lost Cities, Tigris and Euphrates lidera a presença nas coleções com 467000 cópias.

E na sua coleção? Esses autores estão presentes? Quais os designers mais presentes na sua coleção? Deixe sua curtida e seu comentário 🙂

Jogando com crianças “Sonhando com Alice” e o que aprendi.

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Sábado a noite jogamos uma partida de Chicago Express e na sequência uma de Sonhando com Alice. E durante as duas partidas, uma garota que estava na casa da minha sogra acompanhou as duas partidas com bastante interesse. Ela tem 10 anos e acompanhou tudo bem de perto.

Ao final de nossa partida do Sonhando com Alice, enquanto eu organizava tudo meu filho (que tem 5 anos) veio pedir se ele podia jogar com as amigas dele que estavam por lá. Pensei um pouco (afinal, seria uma partida meio diferente, pois as duas amigas não estão acostumadas a jogar) mas topei o desafio.

Sentamos na mesa, os três escolheram seus personagens (como era a primeira partida, deixei de fora a habilidade dos personagens, objetivos de fim de jogo e os cogumelos para facilitar), separamos os componentes e comecei a explicar as regras.

Apresentei o que cada lugar fazia, como se ganhava o jogo e as possibilidades.

Eles começaram então a jogar e eu era o “moderador”. Meu filho embora não saiba ler ainda já tem bastante noção de como os jogos funcionam por estar mais acostumado com eles. A mais velha já sabia ler e aos poucos estava formando sua estratégia e a do meio estava perdida mas se divertindo em rolar dados, coloca-los no tabuleiro e pega-los na sua vez 🙂

Jogamos por uns 20 minutos e como estava ficando tarde eu tive que encerrar a partida antes do final oficial do jogo.

Durante a partida, eu oferecia dicas e sugestões de jogadas eventualmente, para eles entenderem as possibilidades e partida se desenrolou bem.

Ao término, contabilizei os pontos e a mais velha ficou com 36, seguida pelo meu filho que fez 35 e a outra amiga terminou com 25.

Dessa partida inusitada o que aprendi:

  • Eles aprendem rápido – Parece clichê mas é verdade, vi crianças que não estão nem um pouco familiarizadas com jogos (nem os mais simples) a entenderem minimamente um jogo como Sonhando com Alice. Portanto jogar é sempre algo estimulante, especialmente para eles.
  • Jogar desenvolve habilidades importantes – Outro clichê mas que na prática faz muita diferença! Como as meninas não estavam habituadas a jogar ficava perceptível a dificuldade inicial e aquela demora inicial de entender como as coisas funcionavam (o que era completamente normal nesse caso), e isso mostra que sempre que você puder, jogue com seu filho, sobrinho, etc, pois ele crescerá desenvolvendo habilidades como atenção, capacidade de decisão, planejamento, etc. Como meu filho está mais habituado a jogar ele já tinha quase sempre “tudo planejado” (embora nem sempre as melhores decisões) pela sua familiaridade com jogos.
  • Tema do jogo é importante – Isso é muito questão de opinião, mas o que percebi é que o tema do jogo ajudou a criançada a jogar e entender o jogo melhor. Embora não conheçam a história da Alice e dos personagens apresentados pelo jogo, ficou claro que o fato das localidades do jogo estarem relacionadas com um personagem facilitou muito para eles. Ex: Fazer a ação do gato ou do coelho. Se o jogo tivesse algum outro tema talvez não facilitasse ou despertasse o interesse.
  • Eles adoram jogar – Ficaram fascinados com o jogo!

Foi muito interessante e provavelmente durante o Carnaval terei a oportunidade de ajudar grupos de crianças em partidas, vamos ver que outras observações farei a respeito!

E você? Já teve essa oportunidade de jogar ou conduzir partida com crianças? Como foi essa experiência?