29 jogos de tabuleiro para crianças que você deve conhecer (parte 2)

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O famoso prêmio alemão de jogos de tabuleiro, o Spiel des Jahres também faz a premiação de jogos infantis.

Assim como o Spiel des Jahres é a premiação para jogos familiares o Kinderspiel des Jahres é a premiação para jogos voltados para o público infantil. Foi no ano de 2001 que a premiação foi oficialmente lançada, porém antes dessa data era uma espécie de premiação especial para o melhor jogo infantil, e como essencialmente são a mesma premiação, os jogos que receberam essa premiação de 1989 até 2000 são os jogos que ganharam o Kinderspiel des Jahres.

Vamos começar a dar uma olhada na segunda parte dos 29 jogos que foram premiados até hoje e ajuda-lo a conhecer mais jogos para a criançada e quem sabe a escolher um próximo jogo para eles (se quiser ler a primeira parte clique aqui).

2004 – Spooky Stairs, designer Michelle Schanen

Jpeg

No alto do castelo vive um fantasma…nesse jogo as crianças estão subindo a escada para assustar o fantasma, mas no meio do caminho vão se tornando fantasma, e daqui a pouco ninguém mais lembra quem é quem! (Se quiser ler nossa análise completa sobre esse jogo clique aqui).

2005 – Das Kleine Gespenst, designer Kai Haferkamp

Das Kleine

Sempre que o relógio marca mais uma hora, mais uma imagem aparece, e as crianças precisam encontrar por detrás das portas fechadas do castelo, usando para isso um conjunto de chaves, de maneira a parecer como se através da mão do fantasma as portas do castelo são abertas. Um belo jogo de memória!

2006 – Der schwarze Pirat, designer Guido Hoffmann

Der Schwarze

Nesse jogo você será o vento para suas embarcações. No mar e entre várias ilhas com porto para os tesouros, você deve impulsionar seu barco e dependendo dos dados o barco pirata se move também, e sempre com o objetivo de pegar os tesouros!

2007 – Beppo der Bock, designers Klaus Zoch & Peter Schackert

Beppo

Beppo está descansando no campo, e não quer ser perturbado…na sua vez cada jogador coloca Beppo em um imã e joga uma bolinha metálica, se eles encontra-los, Beppo vai chutar os jogadores, mandando-os de volta para o começo da trilha. Um jogo de corrida que envolve destreza.

2008 – Wer war’s?, designer Reiner Knizia

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O anel do Rei foi roubado! Os jogadores devem encontra-lo e para isso contam com a ajuda dos animais que vivem no castelo. Se o encontrarem antes do tempo acabar vencerão!

Whoo

2009 – Das magische Labyrinth, designer Dirk Baumann

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Em um labirinto de paredes invisíveis você deve procurar o caminho para os itens mágicos. A caixa faz parte do jogo, onde ficam as paredes invisíveis e os jogadores movem os magos, um jogo onde a memória é fundamental.

2010 – Diego Drachenzahn, designer Manfred Ludwig

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Diego Dart, o dragão, mais uma vez errou o alvo e ateou fogo no chapéu do tio Drooge. Mas onde ele estava mirando? Ele ainda pode vencer a competição de cuspir fogos? É um jogo de habilidade e blefe para a criançada!

Diego

2011 – Da ist der Wurm drin, designer Carmen Kleinert

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Nessa corrida pelo jardim, seja o primeiro verme a colocar a cabeça para fora da pilha de folhas!

Das Ist

2012 – Schnappt Hubi!, designer Steffen Bogen

Schnappt

Um jogo de dedução que usa um dispositivo eletrônico, que auxilia os jogadores, onde os jogadores devem trabalhar em equipe para explorarem uma velha casa através da construção de um labirinto na primeira fase e perseguindo um fantasma na segunda fase. Assim que o fantasma aparece, o dispositivo dá dicas para que os jogadores consigam deduzir onde o fantasma está.

2013 – Der verzauberte Turm, designers Inka Brand & Markus Brand

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Agora em versão de lata (já lançado no Brasil inclusive) na Torre Encantada a princesa Ack foi capturada pelo feiticeiro malvado, e os jogadores devem encontrar a chave para tentar libertar a princesa (em uma das seis fechaduras da torre). Uma opção muito interessante pelo sistema de peças magnéticas.

2014 – Geister, Geister, Schatzsuchmeister!, designer Brian Yu

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Quatro aventureiros caçadores de tesouros buscam jóias preciosas escondidas, mas atenção, um fantasma que mora ali não vai deixar seus tesouros serem capturados tão facilmente. Os jogadores trabalham em equipem para conseguirem 8 jóias e escapar da casa.

2015 – Spinderella, designer Roberto Fraga

Spinderella

Em Spinderella (se quiser ler nossa análise completa do jogo clique aqui) os jogadores são formigas que desejam cruzar o campo em rumo as deliciosas frutinhas, mas cuidado, as aranhas (que estão penduradas, à espreita) não vão deixa-las passar facilmente!

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2016 – My First Stone Age, designer Marco Teubner

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Um belíssimo jogo, onde cada jogador precisa coletar recursos para construir suas cabanas, tem um perfeito equilíbrio entre sorte, memória e coleta de recursos (se quiser conhecer mais, leia nossa análise completa sobre ele aqui).

2017 – Ice Cool, designer Brian Gomez

Ice Cool

É um jogo de “peteleco” onde os jogadores serão o monitor do salão, e seu objetivo é o de pegar outro pinguim e obter pontos com isso. Os demais devem passar pelas portas, ganhando peixes em seu caminho. Vence quem tiver mais pontos ao final.

2018 – Dragon’s Breath, designers Günter Burkhardt & Lena Burkhardt

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Os dragões Mira, Feo, Luna e Diego em uma de suas aventuras descobrem um tesouro surpreendente: Uma coluna de gelo com pedras preciosas lá dentro. Como não conseguem levar a coluna o jeito é derrete-la. Como ainda são pequenos e não conseguem fazer isso, pedem ajuda para o papai, que começa a derreter, e os dragões devem então coletar os valiosos tesouros.

São muitas opções de jogos interessantes para a criançada e felizmente alguns já estão disponíveis por aqui, como lançamentos nacionais, enquanto outros com um pouco de sorte e paciência é possível comprar em lugares como a Ludopedia.

Qual chamou mais a sua atenção? Qual gostaria de ver por aqui?

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Idéias e acessórios – 21 playmats para deixar seu jogo ainda melhor

O fato é que alguns jogos de tabuleiro ou de cartas ficam melhores com esse acessório, o playmat. Playmat nada mais é do que um pedaço de lona, tecido ou papel, impresso que facilita a organização e a partida de um determinado jogo, mostrando os espaços onde os elementos do jogo devem ficar, área de jogo, etc.

Não é um acessório indispensável, mas em muitos casos pode deixar o jogo mais bonito na mesa e até mesmo facilitar o ensino e o próprio desenrolar da partida.

Alguns foram desenvolvidos por fãs, outros por empresas, mas o que importa é a praticidade e melhoria que cada um deles proporciona.

7 Wonders e um playmat para ajudar na distribuição das cartas na mesa

7WD

Playmat para o Abyss

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A idéia para o Bohnanza é um playmat de papel mesmo que oriente os novos jogadores para entenderem melhor as fases do jogo. Se quiser conhecer mais o jogo leia nossa análise sobre ele aqui.

Bohnanza

Celestia usaria esse lindo playmat para ilustrar as viagens…

Celestia

Colt Express usaria esse daqui para deixar as partidas mais bonitas

Colt Express

Uma idéia de playmat para o Dominion

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Esse pequeno playmat do Dragon Slayer deixa a partida mais organizada. Se quiser conhecer mais o jogo leia nossa análise sobre ele aqui.

Dragon Slayer

Uma ótima idéia de um playmat para o Dungeon Roll (com direito a mini de dragão), se quiser conhecer mais o jogo leia nossa análise sobre ele aqui.

Dungeon Roll

Para organizar a construção dos reinos que tal esse playmat super bacana para o Dwar7s: Outono

Dwar7s

Elder Sign usaria esse playmat para deixar a partida bem organizada na mesa! Se quiser conhecer mais o jogo leia nossa análise sobre ele aqui.

Elder Sign

O manual do Get Bit também é um playmat para deixar partida mais divertida!

Get Bit

Uma das partes chatas do Hey that’s my Fish é justamente organizar as peças, e esse playmat dá uma ajudinha.

Hey that's my fish

A Ilha Proibida certamente ficaria mais bonita na mesa com esse playmat. Se quiser conhecer mais o jogo leia nossa análise sobre ele aqui.

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Ilha Proibida

O ótimo Jaipur fica ainda melhor com esse playmat para deixar tudo organizado. Se quiser conhecer mais a respeito do jogo leia nossa análise aqui.

Jaipur

Que tal esse playmat para organizar a mesa no Lords of Scotland?

Lords of Scotland

Um playmat para o Mage Knight

Mage Knight

Saboteur as sabotagens ficam mais bonitas nesse playmat aqui.

Sabouter

Splendor também tem sua versão do playmat

Splendor

Star Realms fica mais organizado e bonito com esse playmat

Star Realms

Twilight Imperium também merece um!

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De qual playmat você mais gostou? Tem algum outro jogo que precisa de um na sua opinião?

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7 boas razões para você usar a Ludopedia

Ludopedia

A Ludopedia é o maior portal em língua portuguesa de conteúdo sobre jogos de tabuleiro, e cada dia que passa o portal se torna mais conhecido, com um número crescente de usuários que retornam dia após dia buscando mais informações. E vamos apresentar aqui 7 boas razões para usar a Ludopedia, para caso você não tenha pensado em algumas dessas possibilidades.

Ficar por dentro das novidades e lançamentos

Muitas editoras e canais (inclusive o The Meeple in the Middle) publicam diariamente na Ludopedia as novidades do mercado (tanto nacional quanto internacional) e também os lançamentos, então se você quer conhecer um pouco mais do que vem por ai a Ludopedia é um lugar muito interessante nesse sentido.

Decidir entre o bom e o ruim

A Ludopedia também oferece muito conteúdo relacionado à análise de jogos, tanto escrito quanto em vídeo, e muitas vezes dar uma olhada na opinião de outros pode lhe ajudar a refletir melhor e decidir se o jogo realmente lhe interessa ou se não é aquilo que você estava esperando.

Listar jogos

Uma das funcionalidades da Ludopedia é a criação de listas, e os usuários muitas vezes fazem listas bem interessantes, como TOP 10, jogos que melhoram com a expansão, etc, então vale à pena dar uma olhada na parte das listas e ver o que o pessoal tem listado por lá.

Gerenciar sua coleção

Na Ludopedia é possível tanto você gerenciar sua coleção, adicionando os jogos que possui, o que já jogou, o que já teve quanto registrar suas partidas, facilitando o controle
desse tipo de informação para quem gosta de fazer isso. O portal recebeu uma atualização a algum tempo que tornou-o mais amigável para dispositivos móveis, tornando mais simples o processo de registro de partidas e de gerenciamento da sua coleção de jogos.

Controlar sua lista de desejos

Na Ludopedia você pode marcar jogos que deseja ter e receber notificações quando eles estiverem à venda ou em algum leilão. Essa função é bem interessante para acompanhar o mercado e eventualmente comprar aquele jogo mais difícil de achar que você tanto deseja e estava procurando ele a algum tempo já. Particularmente já comprei muita coisa interessante por lá, com bons preços, mas tenha paciência, pois bons negócios nem sempre aparecem da noite para o dia.

Esvaziar a prateleira

É possível também vender jogos usados na Ludopedia, tanto diretamente através da Ludostore quanto através de leilão. É uma opção bem interessante pois direciona seus jogos para justamente o público alvo, facilitando muito a venda. Antes de fazer qualquer negociação por lá não se esqueça das regras básicas: Verifique bem a reputação do vendedor ou comprador, documente toda a negociação e bons negócios!

Dominar as regras

Na parte do fórum da Ludopedia você pode tirar dúvidas sobre regras com os demais usuários, ou dar uma pesquisada e ver se alguém já teve a mesma dúvida que você, que
acabou sendo já esclarecida. Então lá você consegue muitas vezes dar aquela esclarecida naquele ponto mais obscuro ou naquela regra mais complicada.

E você, já tem uma conta na Ludopedia? Se sim, tem usado o portal de alguma outra maneira? Conte para nós 🙂

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Idéias e acessórios para AZUL

AZUL, lançado no Brasil pela Galápagos jogos e vencedor do prêmio alemão “Spiel des Jahres” além de ser um ótimo jogo para toda a família (leia nossa análise sobre ele aqui) também é um belíssimo jogo na mesa.

Alguns fãs entretanto desenvolveram algumas idéias para deixar o jogo diferente visualmente. Confira algumas!

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Uma trilha de pontos personalizada e comum para todos os jogadores

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Um marcador de primeiro jogador customizado

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Uma versão AZUL / Super Mario

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Um playmate em tecido para todos os jogadores

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Uma camada em acrílico em cima do tabuleiro de pontos para facilitar

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Mini AZUL para viagem

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AZUL usando dados como marcadores

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Uma idéia para tabuleiros em tecido

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Tabuleiro em tecido dentro da sacola de peças

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Uma idéia para tabuleiros em tecido

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Uma idéia para tabuleiros em tecido

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Mais uma idéia para o marcador de primeiro jogador

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20 idéias para manter sua coleção de jogos de tabuleiro sob controle (parte 2)

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Com o aumento da oferta de jogos de tabuleiro no mercado nacional existe uma grande chance da sua coleção crescer dia após dia. E depois de um tempo você começa a refletir se sua coleção não está grande demais, se você está aproveitando-a da maneira que deveria. Um usuário do Board Game Geek montou uma lista bem interessante com algumas recomendações para manter sua coleção em ordem.

Lembrando que são apenas idéias que nem sempre se aplicam a todo mundo, mas de maneira geral são interessantes para quem quer organizar a casa.

Confira abaixo a segunda parte das idéias para deixar sua coleção organizada (leia a primeira parte aqui):

11. Evite jogos impraticáveis de jogar

Alguns jogos que você goste e queira jogar podem ser quase impossíveis de serem jogados, como jogos muito longos ou difíceis de ensinar. Ou se você joga na casa de outras pessoas o tamanho da caixa também pode ser complicado, ou o tamanho da mesa necessária para jogar. Um jogo bom, que todos gostam mas ainda assim não é jogado é um desperdício de espaço na sua estante.

12. Não gaste dinheiro para economizar dinheiro

Não compre um jogo que você não estava planejando para economizar dinheiro, para conseguir um frete grátis ou mais barato em uma compra maior, por exemplo. Seria melhor esperar você ter jogos mais qualificados para então comprar com o frete grátis, afinal aquele jogo meio desconhecido só para ter um frete grátis talvez nunca seja jogado e permaneça na sua estante apenas ocupando espaço.

13. Evite expansões

A maioria da expansões não valem à pena. Adicionam regras e componentes e as vezes permitem jogar com mais jogadores. O seu conteúdo pode ser bom mas quantas vezes melhor ela tornou o jogo? Na minha experiência são poucas que realmente valem o investimento.

Quando vale à pena compra-las? Quando você realmente ama o jogo e quer mais variedade ao jogo ou tem uma boa razão para crer que a expansão melhorará muito o jogo. Se o comentário geral é “eu nunca mais jogarei o jogo base novamente sem a expansão” é um bom sinal a respeito da expansão. Expansões que substituem componentes do jogo podem fazer sentido também. No geral se você quer mais variedade talvez seja melhor jogar um jogo completamente diferente.

14. Evite sequências especialmente se você possui o original

Na grande maioria dos casos, sequências são como expansões que ocupam mais espaço na estante. Geralmente pegam jogos de sucesso e adicionam mudanças ou complicações. Pela sua natureza, não são diferentes o suficiente do original para justificar possuir ambos e se são melhores que o original não o são muito.

Sequências funcionam para livros e filmes porque as pessoas que gostam do original querem “mais do mesmo” o que não se aplica aos jogos onde você pode simplesmente joga-lo novamente. O grande ponto dessa regra é: Se você realmente quer a sequência de um jogo que já possui porque você acha ela melhor, você deveria passar o original para frente.

15. (Quase) nunca participe de financiamento coletivo

Financiamento coletivo é ótimo para as editoras. Permitem que eles consigam fundos, publiquem e divulguem seus jogos. Ótimo também para colecionadores que desejam aumentar suas coleções.

Mas ele é horrível para quem deseja manter a coleção sob controle. A maioria é de jogos que nunca foram lançados (e consequentemente não podem ser jogados antes) e não dá pra dizer muito bem se o jogo é bom ou não ou mesmo se você ainda terá interesse em mantê-lo na sua coleção quando ele for lançado.
Então quando seria o momento de participar um? Quando for o relançamento um jogo que você jogou antes e realmente quer, ou for uma expansão muito interessante (veja a regra 13 para expansões).

16. Ignore os jogos grátis

Alguns eventos muitas vezes oferecem jogos gratuitos para os participantes. Ao menos que você tenha a oportunidade de pegar algo que realmente lhe interesse você pode deixar passar. Claro que isso ainda não é uma realidade muito presente nos eventos no Brasil, sendo mais comum lá fora, mas o ponto é: Não ocupe o espaço da sua estante com jogos que você não vai jogar.

17. Postergue novas compras

Você experimentou o jogo, gostou bastante e está pensando em compra-lo. Agora, espere um pouco! Ao menos que você queira esse jogo para a noite de jogos dessa semana, espere um pouco antes de compra-lo. Talvez valha a pena esperar você ter mais alguns outros para comprar e aproveitar o frete, ou talvez alguma promoção. Ou seja,espere um pouco até você realmente ter certeza de que deseja comprar esse jogo. Só tome cuidado com essa dica, pois o jogo pode ficar indisponível.

18.  Aplique todas essas regras para sua lista de desejos

Se você eventualmente possui uma lista de desejos e acaba compartilhando-a com seus amigos e família, é uma boa idéia você deixa-la bem atualizada e com todas essas dicas aplicadas à ela.

19. Você não precisa ter todo o jogo que gosta

É necessário manter a coleção dentro do tamanho que você estipulou e para isso você hora ou outra perceberá que não dá para manter todos os jogos que você gosta. No começo do ano eu peguei todos os jogos da minha coleção que avaliei como 7 ou menos e me desafiei a verificar porquê realmente eu precisava mante-los, colocando cerca de 40 jogos na minha pilha de jogos para troca ou venda. Alguns eu doei, outros troquei e vendi, como resultado reduzi minha coleção de 300 para cerca de 250 jogos.

20. Tenha em mente aquilo que seus amigos já possuem

Você tem um grupo regular para jogar? Você tem nesse grupo um amigo que tem um jogo favorito que jogam praticamente todas as vezes? Nesse caso você pode pensar melhor antes de comprar esse jogo, afinal se você tem acesso ao jogo de maneira constante é provável que sua cópia acabe não sendo jogada.

Considere sempre o que seus amigos e grupos de jogos já possuem antes de comprar algo para você que alguém no grupo já possua. Por mais que a tentação seja grande de possuir aquele jogo que você tanto ama, com o passar do tempo você vai joga-lo o suficiente e perceber que talvez realmente foi melhor não compra-lo.

Quais dicas você achou mais relevante para sua realidade? Conte sua experiência de como tem sido manter sua coleção sob controle 🙂

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20 idéias para manter sua coleção de jogos de tabuleiro sob controle (parte 1)

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Com o aumento da oferta de jogos de tabuleiro no mercado nacional existe uma grande chance da sua coleção crescer dia após dia. E depois de um tempo você começa a refletir se sua coleção não está grande demais, se você está aproveitando-a da maneira que deveria. Um usuário do Board Game Geek montou uma lista bem interessante com algumas recomendações para manter sua coleção em ordem.

Lembrando que são apenas idéias que nem sempre se aplicam a todo mundo, mas de maneira geral são interessantes para quem quer organizar a casa.

Confira abaixo a primeira parte das idéias para deixar sua coleção organizada.

Tente jogar antes de comprar, sempre que for possível

As vezes não é possível seguir essa regra, mas se você fizer um esforço ficará surpreso com a quantidade de jogos que você não vai dar tanta importância independente da posição no ranking ou pelo fato de “todo mundo” dizer que ele será o próximo melhor jogo de todos os tempos. E sinceramente,  é mais fácil avaliar um jogo que você não gastou um monte de dinheiro nele. É claro que as vezes você precisará comprar para jogar, mas nesse caso seja cuidadoso na sua seleção.

Não compre jogos “OK”

Com tantos jogos bons no mercado, porque você vai investir seu precioso dinheiro em jogos que são apenas “OK” ? É quase tão ruim ter um jogo OK na coleção quanto um jogo ruim, pois o jogo ruim irá embora logo, já o jogo OK ficará na sua estante pois ele é bom o suficiente para ficar mas não tão bom o suficiente para ser jogado.

Reduza sua coleção sem dó

Se você não gostou do jogo ou foi apenas um jogo OK em uma categoria já bem “povoada” na sua coleção, ou mesmo se é um jogo que você já está cansado dele, venda-o ou troque. Não fique preocupado com as avaliações dos demais, se você realmente já deu atenção suficiente para o jogo e realmente não gostou. O segredo para manter uma pequena coleção (ou reduzi-la quando necessário) é ter certeza de que realmente cada jogo merece seu lugar ali. É importante também reavaliar constantemente se um jogo que você gostou mas está parado faz um tempo já, se ele ainda merece estar ali. Você realmente vai joga-lo mesmo tendo diversas outras opções para escolher?

E não se preocupe com a possível dificuldade de obtê-lo no futuro caso deseje, jogos bons geralmente voltam ao mercado e com um pouco de sorte e paciência você vai compra-lo novamente.

Evite bons negócios “suspeitos” de jogos que você nunca jogou

Geralmente o negócio é interessante porque o jogo não é. Aquele dinheiro que você investiu naquele título totalmente desconhecido não volta mais e o jogo ficará parado na sua estante.  Um jogo bom pelo seu preço “cheio” é mais negócio pois será jogado muitas vezes. Isso não significa que você não deve aproveitar promoções, muito pelo contrário, tente comprar jogos que você já estava de olho por um preço reduzido. Se aquele jogo em promoção não valia para você seu preço “cheio” provavelmente não será muito jogado nem mesmo pela metade do preço.

Preste atenção ao gosto do seus amigos

Se todos os seus amigos com que você joga gostam de euros rápidos, não importa o quanto você gosta de Twilight Imperium, ele seria uma compra ruim. Claro que se você está realmente interessado em um jogo você pode procurar pessoas que gostem também e nesse caso você jogaria sem talvez precisar comprar o jogo. Mas no geral é importante saber o que seu grupo gosta para fazer boas compras.

Considere os rankings, especialmente quando comprar um jogo que você nunca jogou

Mesmo que você tenha lido o manual e tenha certeza que vai gostar do jogo, uma avaliação geral baixa pode ser um alerta. Leia os comentários e procure entender porquê as pessoas não gostaram do jogo. E mesmo que você tenha jogado e gostado você deveria ficar atento a isso, simplesmente porquê (normalmente) não dá para jogar sozinho e se a maioria das pessoas não gostou do jogo você não vai joga-lo o quanto deseja. Claro que se você tiver um grupo já interessado no jogo, essa regra não se aplica.

Não compre jogos somente “pela possibilidade”

Compre jogos que você quer jogar agora. Com a expansão do mercado fica cada vez mais fácil comprar uma cópia depois daquele lançamento se você quiser joga-lo depois. Está pensando que talvez vá precisar de uma expansão lá no futuro para dar uma renovada naquele jogo? Compre então quando precisar e não agora. Você pode pensar que talvez no futuro essa aquisição seja mais cara do que agora, mas e daí? O dinheiro que você não vai gastar agora por algo que vai ficar parado na sua estante será mais relevante do que uma eventualmente diferença de preço.

Não compre (ou mantenha) grandes jogos que você não gosta

Haverão jogos que todos menos você gostarão. Você pode dar algumas chances e mesmo assim não gostar deles. E isso é perfeitamente normal. Você não deve ter esses jogos na sua coleção só para não ser chamado de  “maluco” por não tê-los. Ter esses jogos só aumentará a chance de ter que joga-los eventualmente quando você preferiria jogar outra coisa mais interessante para você.

Venda ou doe jogos que você não quer mais mas não consegue trocar

Geralmente você consegue bons negócios fazendo trocas, e ao menos que realmente deseje reduzir o tamanho da sua coleção, trocar jogos é uma boa idéia. Mas caso não consiga troca-lo por nada do seu interesse o melhor caminho pode ser a venda. Você pode tentar a troca ou venda em diversos grupos no Facebook ou mesmo na Ludopedia que possui uma extensa listas de trocas com propostas interessantes.

Aplique essas regras para trocas

Não diminua seus requisitos quando trocar jogos. Somente porque você recebeu uma oferta justa para trocar seu jogo por um jogo que você considera “OK” isso não significa que você precise troca-lo. Lembre-se que talvez você ainda precise pagar o envio do jogo, sendo mais um custo para você. Considere trocas da mesma maneira que você deve considerar novas aquisições.

Se você trocar seu jogo por um jogo que você não jogou e nem ao menos conhece, e sem perspectiva de joga-lo pode ser que você talvez tenha que no fim das contas vende-lo, não fazendo sentido trocar seu jogo por algo que vai ter dar o trabalho de vender no futuro.

Qual idéia você achou mais interessante? Já aplicou algumas delas na sua coleção e conseguiu bons resultados? Deixe seu comentário 🙂

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Como se tornar um jurado de um dos prêmios mais famosos do mundo dos jogos de tabuleiro?

Spiel des Jahres é um dos prêmios mais famoso do universo dos jogos de tabuleiro, que premia anualmente jogos lançados na Alemanha em diversas categorias (se quiser leia nossa série sobre jogos premiados por eles e algumas curiosidades a respeito clicando aqui).

Você não pode simplesmente se candidatar ao posto de jurado do “Spiel des Jahres“. Esse posto não é divulgado e você não pode enviar seu currículo.

Você é, na verdade, chamado para ser jurado. Ou colocando de maneira mais simples, você é convidado pelos outros júris para fazer parte do grupo.

De modo realista isso não é para todo mundo: Isso consome muito do seu tempo.

Essa foi a experiência do jurado Udo Bartsch:

“O dia que o júri me contatou foi em Junho de 2007. O telefone tocou e o diretor do Spiel estava na linha. Ele me disse que havia uma vaga disponível e sugeri então que nos encontrássemos. Foi mais ou menos como uma entrevista de emprego, dois se reunindo e discutindo a respeito da vaga.

Mas não existe nessa discussão uma discussão sobre salário, por exemplo, pois o posto de jurado é honorário, e como se sabe todo o trabalho nesse estilo envolve um monte de trabalho. O candidato precisa estar plenamente ciente disso. E eu fui claramente avisado.

Os jurados não se encontram em um dia específico para escolherem os jogos vencedores. Mas durante meses os jurados trocam experiências, análises e pensamentos em um fórum privado na internet. E se você acredita nos outros jurados você vai passar muito tempo jogando: Como jurado você simplesmente nunca vai jogar o suficiente.

O mais importante é que você precisa jogar com gente fora do seu círculo imediato e não somente com grupos com os mesmos gostos e interesses. Se você quer ser um jurado você precisa estar preparado para colocar os jogos na frente da sua vida, pelo menos no seu tempo livre.

Obviamente não é apenas isso. O Spiel é uma associação bem pequena com apenas 16 membros. Essa associação organiza cerimônias de premiação, publica uma revista, tem presença na internet e distribui prêmios entre outras coisas. E tudo isso é organizado e administrado pela equipe administrativa e também pelos jurados.

Um membro da associação precisa trazer consigo muito tempo e dedicação, ele precisa jogar muito e estar preparado para discutir seus jogos. E o mais importante de tudo: Ele precisa ser um crítico de jogos!

Isto porquê o júri do Spiel é um júri crítico.

Primeiramente, o que seria um crítico de jogos afinal? Eu encontro pessoas que não sabem, porque o conceito de crítica de jogos não é tão divulgado quanto alguns jogadores gostariam. Então: Um crítico de jogos não é alguém que cria jogos nem alguém que testa jogos que estão quase prontos para serem lançados.

Ele faz o mesmo que um crítico de música, teatro, livro ou filme faz, mas com jogos.

Então ele joga e depois publica sua opinião a respeito. Sua audiência são consumidores, leitores de blogs, ouvintes de podcasts, assinantes de canais no YouTube e assim por diante.

Para ser um crítico você precisa de uma mídia para publicar sua crítica. Quando comecei a escrever reviews no final da década de 90 eu precisava de um jornal para publica-las. Hoje pode-se obter facilmente audiência nos meios digitais.

O tipo de publicação no entretanto é fundamental: O Spiel tem como objetivo primariamente uma audiência menos informada. Críticos especializados em jogos para experts não se recomendam como jurados. Isso é ainda uma realidade maior para aqueles que são fãs ao invés de críticos e não possuem distância suficiente do objeto da crítica.

Também é recomendado consistência e experiência. E ainda muito importante, independência. O Spiel é um prêmio independente. Ninguém que cria, desenvolve, vende ou trabalha com editoras pode se tornar jurado. Mais uma coisa: Alguém que escreve sobre jogos não é automaticamente um crítico, pois isso envolve análise, avaliação e comparação. Para ser um crítico você precisa de conhecimento. Você precisa realmente jogar muito e a muito tempo, quanto mais melhor.

Como se tornar um jogador?

Minha teoria é: Você não se torna, você simplesmente é um. Pessoas jogam desde seu nascimento. Jogar é uma maneira vital de encontrar seu lugar no mundo. É da natureza humana jogar, alguns apenas pararam com isso em algum ponto no meio do caminho.

Para alguns a vida é completamente preenchida pelo trabalho e família. Para outros não existe com quem jogar. Outros simplesmente perderam o prazer de jogar. Mas igualmente muitos continuam jogando ou redescobrem isso novamente depois de adultos.

Uma paixão especial por jogos pode florescer em alguém por conta de seus gostos pessoais, condição de vida, círculo de amizades, vida social ou trabalho. É algo individual e não precisa ser discutido aqui. O suficiente para se dizer é: Um jogador é alguém que joga.

E se você quer redescobrir o prazer de jogar ou mesmo jogar algo diferente você pode experimentar os jogos recomendados pelo jurados do “Spiel des Jahres“. Essa recomendação é feita justamente para promover e espalhar o prazer de jogar e ajudar quanto mais pessoas o possível à jogarem.”

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